Polícias apresentam balanço operacional no Município em reunião do GGI-M

Polícias apresentam balanço operacional no Município em reunião do GGI-M

Linha de apoio
Mais de 400 prisões foram realizadas na cidade entre janeiro e outubro deste ano
Publicado em 31/10/2018 - Editado em 01/11/2018
Representanres das Forças de Segurança do município participaram da reunião no Centro Administrativo Leopoldo Petry
Crédito
Divulgação

Um balanço operacional das ações deflagradas nos dez primeiros meses do ano e o indicativo de que novas operações integradas serão deflagradas no Município para os meses de novembro e dezembro próximos. Alguns dos temas que compuseram a reunião ordinária do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-M) de Novo Hamburgo, ocorrida nesta quarta-feira, 31, na sede da Secretaria Municipal de Segurança (SEG). A agenda teve a presença de representações da Brigada Militar (BM), Polícia Civil (PC), Guarda Municipal (GMNH), Poder Judiciário, Observatório da Segurança de NH, do secretário municipal da Segurança, Roberto Jungthon, e do diretor do GGI-M NH, Amilton Belmonte. Na disposição dos trabalhos, coube ao tenente-coronel Márcio Uberti Moreira, titular do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), na ocasião também representando o Comando Regional de Policiamento Ostensivo (CRPO) Vale do Sinos, detalhar algumas das ações deflagradas de janeiro até outubro deste ano, no âmbito da Operação Avante e de outras implementadas pela corporação. Conforme Uberti, um total de 238 prisões (foragidos/capturas) foram realizadas no período em Novo Hamburgo, resultando ainda na apreensão de 64 quilos de drogas e 76 armas de fogo. Mais de 85 mil pessoas foram abordadas e um número superior a 18 mil ocorrências atendidas, com 2.235 infrações de trânsito registradas. O balanço operacional da Polícia Civil coube ao titular da 3ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, delegado Rosalino Seara, acompanhado por delegados das distritais do Município. Segundo ele, em Novo Hamburgo, de janeiro a setembro, 193 prisões foram consumadas e encaminhadas ao sistema prisional, com a apreensão de 33 armas, 603 munições e mais de uma tonelada de maconha.

Método APAC

Ao final da reunião o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC) de Novo Hamburgo, Fernando Noschang, fortaleceu o convite aos integrantes do GGI-M e da comunidade para que prestigiem a audiência pública que apresentará e discutirá a aplicação do Método APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados), marcada para o próximo dia 7 de novembro, às 19h30, no Salão de Atos da Universidade Feevale. Amplamente disseminado em Minas Gerais, o modelo valoriza a disciplina e o trabalho prisional, com atividades que vão das 6h às 22h e com o custo por apenados sendo de duas a quatro vezes menor que no sistema penitenciário comum. Já o índice de reincidência médio é de apenas 15%, ante os mais de 70% de reincidência no sistema comum.